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quarta-feira, 11 dezembro 2019 11:46
Inteligência artificial e estudo COMPASS: dois exemplos de avanço na Medicina Cardiovascular
Inteligência artificial e estudo COMPASS: dois exemplos de avanço na Medicina Cardiovascular

O Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho teve um dos papéis principais na Reunião Leading the Heart 2019, enquanto moderador de duas sessões – “Uma nova era na humanização da Medicina” e “Mudar o paradigma na proteção vascular”. O CardioTalks conversou com o cardiologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho que partilhou a sua perspetiva sobre os dois temas em destaque. Assista ao vídeo.

Para o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho, as novas tecnologias podem ser sinónimo de haver “mais tempo para contactar com o doente”, visto que estas “permitem uma mais rápida e uma melhor análise dos dados do doente” e, consequentemente, podem contribuir para uma melhoria da relação médico-doente.
Já sobre o ensaio clínico COMPASS, o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho considera que o mesmo “representa um avanço significativo no tratamento da doença coronária” que deixou de ser considerada estável e passou a ser denominada como crónica. Também como avança o cardiologista do CHVNG/E, este estudo demonstrou que, sobretudo, em doentes com “doença vascular periférica, doença multivaso, diabetes ou com algum grau de disfunção renal” há um “benefício muito claro da utilização” da terapêutica com a dose vascular do rivaroxabano.
Os resultados do estudo COMPASS levantaram igualmente questões relativamente ao balanço entre a eficácia e o risco hemorrágico, algo que, na perspetiva do especialista “é normal”, já que o que se quer “é uma melhor individualização da terapêutica”, ou seja, que “o doente possa ter o maior benefício com o mínimo risco possível”. Por isso mesmo, o Prof. Doutor Ricardo Fontes-Carvalho defende que a discussão após a sessão foi útil por ter sido centrada na otimização da “utilização desta terapêutica neste tipo de doentes”.

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