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Reduzir a mortalidade, a ocorrência de eventos agudos coronários, como o acidente vascular cerebral (AVC) e o enfarte agudo do miocárdio, foram os principais benefícios destacados pelo Prof. Doutor João Morais sobre a combinação entre a dose vascular de rivaroxabano e ácido acetilsalicílico nos doentes com doença coronária crónica. Em vídeo, o cardiologista explica as linhas mestras do estudo COMPASS, no qual foram demonstradas as mais-valias da combinação dos dois fármacos.
“Habitualmente, tratamos estes doentes a pensar na terapêutica antiplaquetar”, explica o especialista, destacando, por isso, que o estudo COMPASS trouxe “algo de novo no mundo da Cardiologia”: a redução de eventos vasculares em doentes com doença crónica, já estabilizados, pela combinação de uma dose reduzida (2,5 mg duas vezes/dia) de um anticoagulante, o rivaroxabano, com um antiplaquetário, o ácido acetilsalicílico (100 mg/dia).
Na visão do Prof. Doutor João Morais, falta agora “mudar a mentalidade dos clínicos, que devem, a partir de agora, olhar de maneira diferente para o doente crónico estável”, uma vez que o estudo mostra que a “estabilidade de um doente” pode esconder “inúmeros problemas”.

